COMO ATINGIR ÓTIMOS RESULTADOS EM APENAS 365 DIAS

Como realizar projetos em apenas um ano ou 365 dias
Como realizar projetos em apenas um ano ou 365 dias?

Como conseguir atingir planos e objetivos em apenas um ano? O post abaixo lista quatro passos fundamentais para se atingir o sucesso em apenas 365 dias ou período inferior.

  • Revendo os objetivos.

Para quem quer atingir objetivos o primeiro requisito é que se saiba bem o que se quer. No primeiro momento é muito importante que a pessoa faça uma analise de seus objetivos e sonhos. Nesta fase ela entenderá se o que ela deseja é o que ela realmente quer, ou precisa ou se o que pensa ser seu sonho é apenas modismo e influência de terceiros. Para se conseguir viver 365 dias do acordo com um sonho ou plano é indispensável que ela seja seu e não emprestado de terceiros.

  • Crie um plano detalhado do que quer e como pretende alcançar seus objetivos.

Em uma folha de papel escreva o que deseja alcançar e como pretende alcançar tal objetivo. Pense em quais podem ser os principais desafios e impedimentos e como você pretende supera-los de forma realista e consciente, não esqueça de listar como pretende lidar com frustrações e derrotas temporárias.

  • Um dia de cada vez mas todos os dias sempre.

Depois de tudo planejado é hora de se aplicar o plano. Você poderá obter melhores resultados se está etapa for feita seguindo a formula umdia-de-cada-vez. Assim podemos reduzir os níveis de stress ligados a grandes expectativas para níveis ligados às expectativas diárias, mais facilmente absorvidas.

  • Encontre pessoas com planos de ação semelhantes aos seus. 

Esta é uma das etapas mais importantes dentro do processo de realização de planos e desejos através de um plano consistente.

Pessoas que pensam e mais importantemente, agem semelhante à forma que você pretende agir serão agentes positivos para a realização de seus objetivos. ex., se queremos perder peso o que será melhor para alcançarmos este objetivo: ir a academia com pessoas que fazem isso por obrigação; ou ir com um grupo que realmente queira manter a saúde e viver mais? No trabalho, queremos uma promoção mais com quem andamos, com o grupo do contra, ou com pessoas que trabalham para o desenvolvimento da empresa?

Em breve publicaremos mais artigos com mais dicas sobre a realização de planos e projetos. Para ficar sabendo dos próximos artigos pode nos seguir no Twiiter ou Facebook.

3 Comentários para: “COMO ATINGIR ÓTIMOS RESULTADOS EM APENAS 365 DIAS

  1. Pingback: REALIZE SEUS SONHOS EM APENAS UM ANO | Nuvendigital

  2. Muito bom o post sobre realizar sonhos e alcançar objetivos. Sabemos que traçamos as metas, enxergamos longe e alcançar e a parte mais díficil, contudo quando temos um foco bem definido, traçando um plano de ação bem elaborado e encontramos pessoas que queiram compartilhar conosco, fazendo com isso uma corrente bem forte, quase que inquebrável. ai tudo se resolve.

  3. Escolas vamos se movimentar…Disléxicos precisam de ajuda…
    por Patrícia Fernando, terça, 12 de Julho de 2011 às 17:45 ·
    MUDANÇAS NA ESCOLA
    A inclusão do aluno disléxico na escola, como pessoa portadora de necessidade educacional, está garantida e orientada por diversos textos legais e normativos. A Lei 9.394, de 20/12/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), por exemplo, prevê que a escola o faça a partir do artigo 12, inciso I, no que diz respeito à elaboração e à execução da sua Proposta Pedagógica; o inciso V, do mesmo artigo, diz que a escola deve prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento; o artigo 23 permite à escola organizar a educação básica em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização; o artigo 24, inciso V, alínea a), prevê que a avaliação seja contínua e cumulativa, com a prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período .
    Diante de tais possibilidades, o Externato, ao construir sua Proposta Pedagógica e rever o Regimento Escolar, já o fez considerando o aluno disléxico.
    No que diz respeito à avaliação, por exemplo, o Externato explicitou na Proposta Pedagógica as seguintes possibilidades:
    a) provas escritas, de caráter operatório, contendo questões objetivas e/ou dissertativas, realizadas individualmente e/ou em grupo, sem ou com consulta a qualquer fonte;
    b) provas orais, através de discurso ou argüições, realizadas individualmente ou em grupo, sem ou com consulta a qualquer fonte;
    c) atividades práticas, tais como trabalhos variados, produzidos e apresentados através de diferentes expressões e linguagens, envolvendo estudo, pesquisa, criatividade e experiências práticas, realizados individualmente ou em grupo, intra ou extraclasse;
    d) observação de comportamentos, tendo por base os valores e as atitudes identificados nos objetivos da escola (solidariedade, participação, responsabilidade, disciplina e ética).
    A experiência tem demonstrado a necessidade de se manter a comunidade educativa permanentemente informada a respeito da dislexia. Informações sobre eventos que tratam do assunto e seus resultados, desempenho dos alunos portadores de dislexia, características da síndrome, maneiras de ajudar o aluno disléxico na escola, etc. No Externato chamamos a isso de informação de manutenção, cujos objetivos são prevenir, alertar e orientar os docentes no seu trabalho. Tais informações são veiculadas em reuniões e por meio de cartazes, informativos internos, folders sobre o assunto, etc.
    Não é necessário que alunos disléxicos fiquem em classe especial. Alunos disléxicos têm muito a oferecer para os colegas e muito a receber deles. Essa troca de humores e de saberes, além de afetos, competências e habilidades só faz crescer a amizade, a cooperação e a solidariedade. O que nós, do Externato, temos feito, até então, é colocar alunos disléxico de uma mesma série em classes diferentes, e a experiência tem dado certo.
    O diagnóstico de dislexia traz quase sempre indicação para acompanhamento específico em uma ou mais áreas profissionais (fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia…), de acordo com o tipo e nível de dislexia constatados. Assim sendo, a escola procura assegurar, desde logo, os canais de comunicação com o(s) profissional(is) envolvido(s), tendo em vista a troca de experiências e de informações.
    Todos os professores que trabalham com a classe sabem que tal aluno é disléxico e o próprio também sabe disso. Quanto aos colegas, deixamos a critério do aluno: se ele quiser contar para os companheiros, que o faça; se ele quiser que nós o auxiliemos a contar para eles, nós o fazemos; se ele não quiser falar disso com terceiros, ninguém o fará. Dessa forma, temos alunos que já passaram por várias séries sem terem chamado a atenção dos colegas e sem terem sentido a necessidade de revelar-se, assim como há aqueles que o fazem sem cerimônia.
    Hoje, depois desses anos de prática, temos professores que já criaram uma metodologia própria para lidar com os disléxicos. Os que vão trabalhando com eles nas séries seguintes já os conhecem das anteriores e sabem como agir com eles; isso parece facilitar, e muito, o trabalho.

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