PARALELISMO HISTÓRICO EXPLICA COISIDÊNCIAS DA HISTÓRIA

Pirâmide de Khephren, Egito foto Mirko ucur fonte wikpédia
Pirâmide de Khephren, Egito foto Mirko ucur fonte wikpédia

Quem já estudou história na escola e se interessou um pouco sobre o assunto certamente já se perguntou por qual motivo existe a coincidência de povos tão distantes entre si como os Astecas e Egípcios possuírem pirâmides e adorarem ao deus sol. Antes que alguém diga, os alienígenas não têm nada com isso.

O nome desse fenômeno é Paralelismo Histórico. Por mera coincidência alguns povos possuem costumes culturais parecidos. As explicações de como isso acontece variam entre aquelas que apontam semelhanças no clima e geografia de duas regiões à aquelas que apontam para fenômenos que de tempos em tempos reaparecem na história da humanidade.

Não raramente, o paralelismo histórico não se mantém só nos acontecimentos, mas

invade o campo das ideias. O bordão “quando tiver uma idéia maravilhosa significa que um milhão de pessoas pensaram a mesma coisa antes de você” é uma verdade relativamente inconveniente causado pelo Paralelismo.

Certamente o Paralelismo é um fenômeno complicado para as leis de proteção ao direito autoral, afinal, como separar o plágio da coincidência? A verdade é que as produções podem ser parecidas, mas nunca iguais. Considere as pirâmides do Egito, elas são diferentes em estrutura das pirâmides dos Astecas, pois, no mundo real cada povo tem diferentes referências para criação.

Na sociedade do remix, onde as idéias fluem e se modificam o tempo todo é preciso mais do que uma legislação para que pessoas em locais diferentes não tenham a mesma idéia.

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