COMMERCE OU E-COMMERCE? EIS A QUESTÃO.

E-commerce - Comercio Eletrônico de bens e serviços
E-commerce - Comercio Eletrônico de bens e serviços

Em 2012, o E-commerce entrou definitivamente para a lista das grandes ondas de negócio de todos os tempos. Hoje em dia, milhares de páginas na internet contem esta palavra. Mas, é preciso apontar que o e-commerce é muito mais que uma moda é um modelo de negócio. Todo ano Bilhões de Reais circulam pela rede mundial de computadores em troca de livros digitais e pacotes de acesso. Embora este valor constitua apenas a ponta do Iceberg, serve para apontar para o grande potencial do comercio electrônico mundial.

No entanto, o e-commerce não se restringe apenas a compra e venda de e-books e pacotes de arquivos. Praticamente tudo que é vendido no mercado físico pode ser negociado pela internet. Para se ter uma ideia, hoje em dia  empresas que fazem seu supermercado para você, ainda outras fazem suas refeições e muito mais. No Reino Unido, A rede de supermercado Sanisbury’s  é apenas uma a oferecer o serviço delivery. Você escolhe os produtos no site da empresa e agenda a data e hora de entrega em sua casa. Outra empresa no mesmo país, A Myfood, oferece refeições precozidas para pessoas em dieta alimentar, Por um preço mínimo o cliente pode receber refeições para um mês inteiro bem em sua porta e ele pode escolher por come-las imediatamente ou guarda-las no freezer.

Já no Brasil as vendas pela Internet também estão crescendo rapidamente. De acordo com estudo realizado pelo Ibope, 1 em cada 5 brasileiros com renda entre 3 e 5 mil reais compram pela Internet ao menos  uma vez dentro de um prazo de 30 dias. Até a educação, tradicionalmente oferecida de forma presencial,  já vem sendo oferecida por meios digitais. Mas o carro chefe do mercado ainda são os produtos digitalizados como  programas de computador e serviços gráficos como criação de logo, criação de sites e armazenamento de aquivos usando o cloud computing ou tecnologia nuvem, todos estes, já podem ser contratados direto do conforto da sala do cliente.

Para aqueles que ainda receiam vender produtos físicos pela internet por causa dos altos custos de envio apontamos para o E-sedex como uma alternativa. O E-sedex É o serviço de encomenda expressa dos Correios do Brasil para produtos adquiridos por meio do comércio eletrônico (via internet). Entre os benefícios do E-sedex encontram-se o preço que pode ser bem menor que o cobrado pelo  SEDEX e a possibilidade de rastrearmento de produtos e três tentativas de entrega em caso do comprador não ser encontrado. Mas, esta é apenas uma solução para os que trabalham ou penssam em iniciar um e-commerce. Quer saber mais? Fique ligado em nosso blog que em breve postaremos aqui mais informações sobre novidades desta área.

Texto escrito por Cícero Sena e Fábio Santos.

4 Comentários para: “COMMERCE OU E-COMMERCE? EIS A QUESTÃO.

  1. Realmente o e-commerce vem crescendo bastante aqui no Brasil.
    Existem diversas novas formas de venda, como alfaiataria online, assinatura de produtos, delivery de alimentos, etc.
    Porém, o que falta no Brasil, é a qualidade das plataformas oferecidas, promoções de verdade e a inovação em frontend.

  2. Embora esteja mesmo numa condição ótima a comercialização pela internet, condições muito favoráveis, existe muitas questões que precisam ser trabalhadas:
    – Marketing para promoção e divulgação;
    – Velocidade de comunicação entre loja e cliente comprado, transparência;
    – Logística.

    As grandes marcas que estão bombando na internet, faturando, tem tido problema de transparência e logística.

    Os pequenos de fazer o site ser visto e pior ser visto por um público que seja comprador.

    Não é uma operação que pode ser iniciada sem uma estratégia bem definida de posicionamento e capacidade de exposição. Sobre tudo de perseverança!

    O que dia que não vendeu nada, que ninguém foi na loja é o dia que mais precisa de energia para fazer barulho!

  3. Fábio,

    Aí vai minha opinião.
    A maior loja de e-commerce do Brasil na atualidade é do ramo de sapatos e roupas, um ramo que até cinco anos atrás se dizia impossível vender pela internet. Qual foi a solução? Logística simplificada, com frete grátis e primeira troca gratuita.

    Na segunda-feira publiquei em minha coluna no portal acontecendo aqui, um artigo que mostra que o e-commerce não é todo virtual, pelo contrário, somente a exposição do produto e o pagamento dependem de uma exposição virtual. Todo o resto é físico. Segue o link (http://www.acontecendoaqui.com.br/posts/tinta-virtual) e um trecho do artigo para ilustrar:
    “Mas vamos refletir um pouco nos questionando sobre o caso dos produtos físicos, que compõem hoje mais de 95% das lojas virtuais existentes: o estoque, o transporte, os colaboradores, os fornecedores, os computadores, as embalagens, os administradores, o call center, o suporte, o relacionamento com clientes e muitos outros recursos atribuidos ao e-commerce acontecem no mundo físico. Sobra para o virtual somente a transação de venda e pagamento, uma parte da publicidade e da comunicação.
    Se a maior parte do e-commerce acontece no mundo físico, está mais do que na hora de o lojista encarar o investimento no mundo virtual com a mesma seriedade que dedica à loja física.”

  4. Algo que precisa ser mais elaborado também no Brasil, é a integração entre as lojas físicas e virtuais. Um bom exemplo disso é a Livraria Saraiva, que possui um serviço onde compramos no site e podemos coletar o produto em uma loja especificada pelo cliente.

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