Conheça as 5 doenças mais comuns no sexo feminino

Se a mulher é um sexo frágil isso se dá por contas dos problemas de saúde atribuídas ao público feminino, que comparada aos homens é maior. Porém, mesmo obtendo um índice superior de expectativa de vida, o sexo feminino vive por volta de sete anos a mais quando comparado ao sexo masculino. Isso porque as mulheres se importam mais com a saúde e vão mais frequentemente ao médico, principalmente em consultas ao ginecologista.

Dentre todos estes fatores relacionados ao público feminino, veja as cinco doenças mais comuns que afetam a saúde tanto íntima quanto corporal de uma mulher:

  1. Candidíase
    A infecção é a doença mais comum e atinge 75% das mulheres durante o período reprodutor, ou seja, três a quatro mulheres terão um episódio de candidíase em algum momento da sua vida.
    A enfermidade é originada por uma infecção de fungos que pode atingir diversas regiões, mas 90% dos casos afeta a região vaginal. A disfunção ocasiona coceira, ardência ao urinar ou ter relações sexuais, inchaço na região ou ainda corrimento esbranquiçado.
    Para evitar a doença é necessário limpar bem a região com água morna e apenas com os dedos, usar calcinhas de algodão e evitar roupas apertadas, principalmente no calor.
  2. Endometriose
    A enfermidade atinge 6 milhões de brasileiras, 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva, sendo que 30% tem dificuldade em engravidar.
    A endometriose é uma doença inflamatória provocada por células do endométrio, que ao invés de serem expelidas como deveriam todo o mês por meio da menstruação, elas acabam migrando no sentido aposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a se multiplicar e a sangrar. Não se sabe ainda a causa da doença.
    A enfermidade pode ocasionar dor durante a relação sexual, cólica menstrual muito forte, dor e sangramento intestinais e infertilidade. É importante que a mulher fique atenta aos sintomas emitidos pelo corpo e ao identificá-los busque orientação médica o quanto antes.
  1. Osteoporose
    A osteoporose é uma doença ocasionada pela falta de cálcio no organismo. O público feminino é mais propenso a enfermidade devido às alterações hormonais com a chegada da menopausa. Maus hábitos como alimentação inadequada, fumo e álcool ajudam no surgimento da doença.
    Além das fraturas nos ossos e quedas, a perda de massa óssea pode provocar dor crônica, deformidade, encolhimento, entre outros.
    Para evitar a doença é importante que a mulher tenha hábitos saudáveis ao longo da vida, principalmente com alimentação saudável (ingerindo cálcio diariamente) e atividades físicas.
  1. HPV
    A disfunção ocorre por meio de uma infecção do vírus Papiloma vírus humano. Atualmente, existem mais de 100 subtipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40% deles acomete o trato genital (partes pertencentes ao ânus e demais órgão genitais – vulva, vagina e colo do útero). Existem, pelo menos, 13 subtipos de HPV que são considerados oncogênicos (precursores de lesões cancerígenas), de acordo com o INCA – Instituto Nacional do Câncer.
    A enfermidade pode ser transmitida por meio de relação sexual, na hora do parto ou por objetos contaminados. A prevenção deve ser feita com vacina indicada para crianças de 9 a 13 anos, o uso de preservativo nas relações sexuais e com exames preventivos realizados em clínicas ginecológicas como o papanicoloau.
  2. Ovários policísticos
    É um distúrbio hormonal comum em 10% das mulheres em idade reprodutiva. A doença é definida por um aumento de tamanho dos ovários, que criam várias bolsas cheias de líquidos (cistos). Os sintomas assim como a gravidade da enfermidade variam de pessoa para pessoa. Ela pode ocasionar diabetes do tipo 2, doenças cardíacas e infertilidade.
    Devido ao fato de não ter ainda uma causa concreta sobre sua origem não há também a prevenção. Mas o diagnóstico e tratamentos precoces ajudam a evitar complicações das doenças originadas pelos cistos.

De acordo com pesquisas muitas doenças poderiam ser evitadas se diagnosticada previamente. Por isso, para evitar maiores complicações, é importante que a mulher tenha uma frequência de pelo menos uma vez ao ano no ginecologista e médicos gerais. Não deixe sua saúde para depois, melhor do que se tratar é se prevenir.

Post Colaborativo por Bed Med

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